O HOMEM E A HISTÓRIA NA FILOSOFIA DA PRÁXIS DE ADOLFO SÁNCHEZ VÁZQUEZ

Adenisia Freitas Alves

Resumo


Abstraindo inicialmente que “tudo que a história nos mostra é produto da atividade prática dos homens” (VÁZQUEZ, 1977, p. 328), buscamos compreender o pensamento de Adolfo Sánchez Vázquez acerca da práxis. Considerando o que intercala à política, à violência e à história, tendo que as ações dos homens incidem ou partem de organizações coletivas e individuais, algo que dispõe de uma profundidade maior, visto que a prática estaria interligada a própria ação do homem no tempo e a capacidade de modificar o espaço que vive. Como é possível analisar por meio de outros pensadores, com destaque aos questionamentos de Hegel e Feuerbach. O estudo relaciona a práxis também com a ação revolucionária, aliado a um olhar mais profundo em relação à história da práxis do homem, evidenciando a partir de então agentes transformadores, no qual ressalta a alteração das circunstâncias, sujeitos ao curso dos acontecimentos entre a práxis intencional e inintencional. Embora não faça parte de uma camada superficial do que poderia ocorrer entre as distinções e aproximações acerca da teoria e da prática, com relação a uma cadeia de fatores que estão relacionados à filosofia da práxis. Levando em consideração as complexidades que existem, acerca de um conjunto de fatores que são considerados para entendermos o que é a práxis, examinando a historicidade do termo, ou a linha de pensamento que obtêm um campo mais amplo nos estudos marxistas.


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